Turismo e Tempos Livres

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  Campos de Trabalho Internacionais - Candidatura de entidades promotoras Campos de Trabalho Internacionais - Candidatura de entidades promotoras
Um programa de intercâmbio através do qual são apoiados projetos que visem proporcionar aos jovens, de diferentes países, espaços de aprendizagem intercultural através de atividades para as comunidades locais.

Os Campos de Trabalho Internacionais (CTI) visam promover a mobilidade e o intercâmbio de jovens através de atividades que incentivem a troca de experiências e o conhecimento de novas realidades sócio-culturais, facilitando o relacionamento de jovens portugueses com jovens de outros países dentro ou fora do território nacional, capazes de dar respostas formativas, obtidas através de processos educativos não formais, designadamente interculturais.

Os campos de trabalho podem ser enquadrados nas seguintes áreas:

a) Ambiente;
b) Arqueologia;
c) Sócio-comunitária;
d) Restauro e valorização do património histórico-cultural;

Para o ano de 2019 a área prioritária dos projetos será: Proteger e Preservar o Património Cultural (ver locais em link no final desta página) :

  • Projetos com abordagem pontual, enquadrada, integrada mais pedagógica e mais do que apenas turística e não esquecendo a componente de trabalho coletivo, a um dos locais culturais em Portugal, devidamente identificado entre os 15 inscritos na UNESCO ou dos 21 da lista indicativa (excluindo os locais meramente ambientais e/ou naturais de ambas as listas).

Decorre no verão, habitualmente, nos meses de julho, agosto e setembro de cada ano. Os CTI devem ter este ano uma duração máxima de 12 dias.

Os CTI devem ter um mínimo de 10 e este ano, excecionalmente, um máximo de 17 jovens sendo que, pelo menos, 20% devem ser estrangeiros. O número efetivo de horas de trabalho não pode ser superior a 6 horas/dia, nem inferiores a 4 horas/dia.

Podem candidatar-se aos Campos de Trabalho Internacionais as seguintes entidades promotoras:


a) Associações juvenis inscritas no Registo Nacional do Associativismo Jovem (RNAJ);
b) Grupos informais;
c) Outras entidades privadas sem fins lucrativos que prossigam objetivos enquadrados nas áreas de intervenção deste programa, exceto as entidades a que se refere a Lei n.º 33/87, de 11 de julho (revogada pela Lei n.º 23/06, de 23 de junho).

As candidaturas aos Campos de trabalho Internacionais efetuam-se exclusivamente na plataforma Informática dos programas para a juventude do IPDJ no endereço abaixo:

https://programas.juventude.gov.pt/

Para efeito de candidatura deve ser utilizado apenas o Google Chrome

O prazo de entrega das candidaturas aos CTI 2019 decorrerá de 1 a 31 de dezembro de 2018.

As candidaturas são efetuadas em plataforma online a partir de 1 de Dezembro de 2018  ao qual pode aceder AQUI

A entidade promotora tem de preencher e anexar á sua candidatura na plataforma informática online os seguintes documentos:

  • Ficha Informativa (a ser preenchida em inglês e apresentada em formato digital apenas em formato word/doc. Atenção, esta ficha não é mais um elemento de avaliação da candidatura, mas apenas documento de divulgação, em caso de realização da atividade. Ver modelo no final desta pagina);
  • Documento comprovativo da existência jurídica da entidade;
  • Plano detalhado das atividades diárias, horário e cronograma;
  • Orçamento para celebração de um contrato de seguro de acidentes pessoais, que inclua, no mínimo, coberturas em caso de morte, invalidez permanente, despesas de tratamento, despesas de funeral e de repatriamento;
  • Curriculum Vitae dos monitores/animadores, indicando a experiência técnico-pedagógica em atividades com jovens, a nível internacional, experiência em CTI's e respetivos certificados relevantes comprovativos. Por cada monitor deverá ser preenchida e assinada uma declaração de competências e de compromisso cujo modelo se disponibiliza no final da página;
  • A titulo não obrigatório podem ser apresentados documentos comprovativos de parcerias desde que devidamente assinados e que indiquem os montantes financeiros e/ou não financeiros concedidos e tipo de serviço ou apoio a prestar. Não serão consideradas válidas para avaliação declarações de parcerias logísticas e financeiras que não estejam assinadas, com datas atuais e que não informem os montantes estimados do apoio a prestar. É parceria financeira quando a entidade parceira transfere para a entidade promotora verbas para esta atividade. Todas as declarações de parceria financeiras declaradas em candidaturas e apresentadas terão de ser comprovadas em relatório final com documentos válidos, caso contrario será aplicado o nº3 do artº27 e nº2 do artº28 da portaria;
  • Número de Identificação de Pessoa Coletiva (NIPC).
  • Termo de responsabilidade assinado e carimbado cujo modelo se encontra disponível no final da página;

Será necessário:

  1. Em primeiro lugar efetuar o registo de entidade na plataforma onde se candidatam e depois já podem apresentar as suas candidaturas. Caso já tenha registo efetuado de anos anteriores não é necessário fazer novo registo, basta aceder ao site e fazer a candidatura. Aceda AQUI.
  2. coordenador e os monitores propostos nas candidaturas terão de efetuar um registo individual simples na mesma plataforma e colocar os seus currículos e certificados relevantes para serem relacionados com as candidaturas e preencher a sua declaração de competências e compromisso. Caso já tenham registo efetuado de anos anteriores não é necessário fazer novo registo, basta aceder ao site e fazerem a atualização dos seus documentos.Caso Aceda AQUI.
  3. Ter todos os documentos necessários e obrigatórios para a candidatura anexados á mesma;
  4. Ver abaixo manual de procedimentos de criação de candidaturas CTI na plataforma dos programas de Juventude 

A avaliação dos projetos cabe aos Serviços Centrais do IPDJ, nos termos do art. 10.º e 11.º da portaria regulamentar.

As entidades serão aprovadas (mínimo 30 valores de média) e excluídas (menos de 30 valores de média), sendo as DR do IPDJ responsáveis pelas notificações individuais dos resultados da avaliação junto das entidades candidatas. De acordo com o nº 4 do art.12º, em caso de exclusão, podem as entidades promotoras reclamar no prazo de 10 dias úteis a contar da data da notificação.

Após o prazo de reclamação, a Lista definitiva prevista no art.13, com as propostas aprovadas a selecionar para financiamento, será elaborada e ordenada de acordo com a dotação orçamental existente para o programa (art.23), tendo em conta a pontuação/classificação obtida, resultante da aplicação de critérios avaliação (art.10) e a orientação decidida pelo Conselho Diretivo do IPDJ abaixo mencionada:

- Com o objetivo de garantir uma maior diversidade de entidades promotoras de CTI aprovadas, a lista definitiva, para além da ordenação prevista por pontuação, será reordenada, de: 1º todas as candidaturas que tenham obtido 40 ou mais pontos; 2º de apenas 1 candidatura mais pontuada por Distrito de origem das entidades aprovadas, repetindo-se, após essa seleção, o mesmo processo, de seleção para financiamento, para outras candidaturas do mesmo Distrito, até ao máximo de 2 candidaturas da mesma entidade, caso ainda exista e até esgotar a dotação orçamental existente. Caso se verifique algum empate na reordenação de candidaturas aprovadas, aplica-se o nº6 do artº 11 da portaria e caso ainda persista, dar-se-á prioridade a entidades com mais CTI's realizados nos últimos 5 anos de execução do programa.

As candidaturas aprovadas serão selecionadas para financiamento de acordo com a dotação orçamental existente.

Às entidades candidatas aprovadas, selecionadas para financiamento é garantido pelo IPDJ um apoio financeiro calculado por jovem e por dia, para despesas com a preparação, o seguro de acidentes pessoais, o alojamento, a alimentação, as atividades do programa, os transportes locais, as avaliações e outras que se encontrem devidamente fundamentadas.


Em 2018, é atribuído um apoio no valor de 21,50 euros, por jovem e por dia para as atividades a realizar em 2019.

Caso se verifique alguma alteração ou substituição de monitores aquando da realização das atividades, a entidade promotora, além do novo curriculum de monitor proposto, é responsável pela apresentação de documento válido que comprove e justifique essa alteração/substituição. A não apresentação desse documento por parte da entidade promotora implica a aplicação pelo IPDJ da sanção prevista no nº1 do artº27 da portaria nº345/2006 bem como a assunção dos encargos com os transportes dos voluntários estrangeiros colocados no campo com bilhetes comprados.
Candidaturas aos CTI [ .html | .pt ]
https://programas.juventude.gov.pt
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Património Mundial em Portugal - UNESCO [ .html | .pt ]
https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/temas/
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