Saúde e Sexualidade Juvenil

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As diversas formas de viver a sexualidade

A sexualidade é uma função biológica, tão natural quanto a alimentação e o sono. O modo como a pessoa se envolve na relação e a interferência de fatores físicos e/ou psíquicos, pode desencadear, a nível consciente ou inconsciente, obstáculos produzindo experiências menos positivas.

Todos nós aceitamos que uma alimentação pouco cuidada, pressões, ansiedade ou mau humor são fatores que podem conduzir à falta de apetite muito embora o corpo esteja basicamente saudável. Temos mais dificuldade em perceber que esses mesmos fatores influenciam a relação com o outro e com a sexualidade.
 
Sabemos que se nos sentirmos bem, descontraídos, funcionamos naturalmente e conseguimos apreciar as coisas boas da vida. De modo semelhante,  ao permitir que a sexualidade se desenvolva de forma  natural e descontraidamente, os nossos corpos respondem adequadamente sem qualquer esforço consciente da nossa parte.

A falta de compreensão ou falta de informação sobre a sexualidade, não saber o que esperar ou o que fazer na relação sexual e/ou informação incorreta, baseada muitas vezes em crenças e preconceitos.
 
 As atitudes negativas face à sexualidade:

 
• ter medo de sentir dor durante a relação sexual;
• não ter confiança no método contracetivo utilizado;
• não haver um conhecimento adequado acerca dos métodos contracetivos;
• ter permanente receio de uma gravidez não desejada e de contágio de uma infeção sexualmente transmissível. 

Os problemas na relação podem afetar negativamente a sexualidade (se o rapaz ou a rapariga se sente magoado ou desrespeitado, a intimidade vai ficar naturalmente prejudicada).
 
O álcool, os medicamentos e outras drogas, podem interferir negativamente na resposta sexual. A sua influência varia em função do tipo de substância, da sua quantidade e da frequência com que é consumida. A ingestão moderada de álcool, por exemplo, pode proporcionar descontração e relaxamento; em excesso, incapacita as pessoas para tarefas tão simples, como andar, até às tarefas que exigem mais atenção como conduzir.

A nível sexual, a perda de ereção no homem e a diminuição do desejo sexual na mulher são os problemas sexuais mais frequentes. 

Por fim, devemos sempre ter em conta que quando nos sentimos “em baixo”, seja porque nos sentimos doentes ou porque estamos preocupados com algum aspeto da nossa vida, é natural que a nossa capacidade de resposta sexual esteja diminuída e não exista tanto desejo.

Falar acerca dos teus desejos, angústias e dúvidas, é o primeiro passo para uma sexualidade saudável.  

Não gostares de partes do teu corpo, sentires-te pouco atraente, pouco confiante quanto aos teus atributos físicos, ou seja, teres atitudes negativas em relação à tua autoimagem, são preocupações muito frequentes nos jovens e podem refletir-se na forma de estar na intimidade, na descontração necessária para que a relação aconteça naturalmente e proporcione experiências agradáveis.  

Os jovens debatem-se frequentemente com a questão da privacidade. Fazer amor na casa do namorado/a sempre com receio que possa aparecer alguém pode ser desagradável. Assim não se cria um ambiente favorável à calma e relaxamento desejáveis, situação que pode facilmente contribuir para que o rapaz ejacule antes de o desejar ou que tenha dificuldades na ereção ou, ainda, que a rapariga não atinja um nível de prazer satisfatório ou que sinta dores durante a relação sexual.  

A pressa pode conduzir à ansiedade e angústia. É preciso tempo para encontrar a intimidade e a expressão natural das sensações sexuais. Dêem a vocês próprios espaço para relaxar, para se descontraírem e usufruírem do momento.

O importante é ter uma atitude informada e positiva em relação à sexualidade.

 


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