Saúde e Sexualidade Juvenil

  A Fisiologia da Sexualidade A Fisiologia da Sexualidade
A sexualidade

Os estudos sobre os processos subjacentes à fisiologia da sexualidade e à compreensão dos mecanismos nela implicados têm conhecido um acréscimo significativo ao longo dos últimos anos.

A fisiologia da sexualidade relaciona-se com os processos que dão origem às alterações físicas mediante determinados estímulos. Para uma resposta sexual adequada, é necessário que exista uma boa harmonia entre fatores físicos, psíquicos emocionais e afetivos mas aqui abordar-se-ão, sobretudo, as questões fisiológicas.

A nível físico, a resposta sexual humana é uma sucessão ordenada de ocorrências fisiológicas cujo objetivo é preparar os corpos para o encontro amoroso. Para que o ato sexual aconteça é necessário que os órgãos sexuais sofram transformações profundas do seu estado de repouso, na forma e na função. Estas transformações não se limitam somente à área genital.


A Organização Mundial de Saúde (OMS) (2001:8) lança um conceito de sexualidade muito interessante:
“A sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.

Fatores Físicos:

  • Fatores Vasculares (sistemas arterial e/ou venoso) – por exemplo, a ereção resulta da entrada de sangue nos corpos cavernosos do pénis,  fazendo-o passar do estado de flacidez à ereção; também o aumento do tamanho do clitóris na mulher está relacionado com fenómenos vasculares; 
  • Fatores Neurológicos - por exemplo, os centros cerebrais enviam os impulsos necessários para que se desencadeiem as reações hormonais e o aumento do fluxo sanguíneo na pélvis;
  • Fatores Musculares - por exemplo, as contrações rítmicas e involuntárias que se manifestam na resposta sexual devem-se a alguns músculos que participam ativamente quer na ereção ou na ejaculação no homem quer na fase do orgasmo da mulher, onde se verifica uma contração mais forte dos músculos da vagina.  
  • Os fatores hormonais afetam com alguma intensidade o funcionamento de todo o corpo, despoletando a excitação e o desejo sexual, ou seja, a vontade de ter relações, tanto no homem como na mulher.

É fácil compreender que qualquer alteração a um destes níveis pode comprometer a resposta sexual em ambos os sexos.


Por outro lado, o equilíbrio psicológico é fundamental: a ansiedade, a tensão, a depressão, problemas interpessoais, podem ser um “inimigo” para uma resposta sexual adequada.

 



 


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