As expressões da sexualidade
A sexualidade no feminino
A resposta sexual feminina

A sexualidade feminina e as suas expressões
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Tal como no homem, a resposta sexual feminina caracteriza-se por três fases:
Na mulher, o entumescimento ligeiro dos lábios exteriores da vagina e o aumento da lubrificação dentro desta ocorrem na fase inicial, tal como a erecção no homem.
À medida que a estimulação sexual aumenta, aumenta também a excitação e surgem outras respostas físicas, tais como:
Quando a excitação aumenta, a parte mais funda da vagina “expande-se em forma de balão” pelo que só a parte exterior se encontra em contacto directo com o pénis durante as relações sexuais - um ponto importante para os homens que se preocupam com o facto de terem (eventualmente) um pénis pequeno.
Acabar a relação antes de atingir o orgasmo não é prejudicial. Esta situação só se torna desconfortável se se desvaloriza ou desconhece que numa relação nem sempre se atinge o mesmo nível de prazer, essa situação é perfeitamente normal.
Nesta fase, a mulher pode ou não atingir o orgasmo ou clímax.
Não ejacula como o homem, mas tal como ele sente um aumento de tensão sexual e uma descarga libidinal; Dura aproximadamente 5-15-segundos.
Existem normalmente contracções das paredes vaginais e dos músculos pélvicos , situação essa de que a mulher pode ou não aperceber-se. A estimulação do clitóris pode ser fundamental para algumas mulheres atingirem o orgasmo. É importante que se reconheça que diferentes mulheres têm diferentes formas de atingirem o orgasmo.
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Na mulher, a sensação de entumescimento ou congestão pélvica e a sensação geral de excitação pode demorar mais tempo a desaparecer, especialmente se não atingiu o clímax.
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As mulheres não têm o seu potencial orgásmico limitado por um período refractário, como no homem, ou seja, se uma mulher for submetida a novas carícias, novos estímulos, ela poderá estar em condições físicas de ter novamente um orgasmo, ou seja, as mulheres são consideradas multi-orgásticas.
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A lubrificação vaginal pode manter-se escondida dentro da vagina, especialmente quando a mulher está deitada. Ambos os parceiros podem pensar que ela não está a responder, quando de facto está. Lembra-te que a excitação no homem (erecção do pénis) é mais óbvia que na mulher.
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Na maioria das relações sexuais iniciais os orgasmos são raros para as mulheres, contudo ambos os parceiros podem ficar extremamente ansiosos em relação a esta questão. É fundamental que a mulher se sinta descontraída, confiante e liberta de pressões. Por outro lado, tende-se a desvalorizar o prazer diferente. Enquanto que a ansiedade na relação leva o homem a ejacular mais rapidamente, tem o efeito oposto na mulher.
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A angústia, a ansiedade, o cansaço, a tristeza, empobrecem e reduzem o desejo sexual, dificultando consequentemente o desenvolvimento das fases libidinais, inibindo a resposta sexual. Pelo contrário, a alegria, o bem-estar e os efeitos positivos em geral favorecem o interesse e o funcionamento sexual.
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De acordo com algumas teorias, existe um ponto no interior da cavidade vaginal que é extremamente sensível à pressão profunda, ou seja, é preciso uma pressão firme, só possível em determinadas posições na relação sexual para que se encontre este ponto. Fica situado na parede anterior da vagina e a cerca de 4cm da entrada. O tamanho e a localização exacta varia. O primeiro médico que o descreveu foi Grafenberg (1950) e por isso ficou conhecido como o Ponto G. Quando estimulado aumenta de tamanho e conduz ao orgasmo em muitas mulheres.