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Direitos sexuais e reprodutivos

O que dizem as ONG

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Direitos sexuais reprodutivos de rapazes e raparigas

A geração de jovens que está a entrar na idade reprodutiva é a maior de sempre em termos mundiais. Cerca de 20% da população mundial (1.06 biliões de pessoas) tem idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos.

Rapazes e raparigas devem ter acesso à informação e educação sobre sexualidade e os melhores serviços e apoios em matéria de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o acesso à contracepção.

 

Os serviços de saúde sexual e reprodutiva para jovens devem ser:

· Confidenciais,

· Acessíveis,

· Livres de preconceitos,

· Assegurar um leque diversificado de apoios.

 

A Saúde Sexual e Reprodutiva e a Educação Sexual devem responder e ter em conta as necessidades físicas e emocionais de rapazes e raparigas de todas as idades e os seus estilos de vida.

Os Serviços devem assegurar respostas às necessidades dos diferentes jovens, independentemente do seu estado civil, idade, sexo, escolaridade, crenças e estilos de vida.

Os Serviços devem assegurar respostas às necessidades dos diferentes jovens que vivem com VIH/SIDA, que sejam vítimas de abuso ou violência sexual ou jovens agressores sexuais.

 

Todos os rapazes e raparigas devem ser livres e capazes de fazer escolhas contraceptivas

Os rapazes também devem ser encorajados a utilizar os serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Os governantes e os políticos devem aumentar o seu envolvimento e o compromisso social na educação, saúde e serviços de saúde sexual e reprodutiva para jovens.

Rapazes e raparigas devem promover relações de confiança, reciprocidade, igualdade e bem estar em todos os aspectos da sua vida afectivo-sexual.

Rapazes e raparigas devem ser encorajados a saber exercer os seus direitos sexuais e reprodutivos respeitando os das outras pessoas.

A sexualidade juvenil deve ter uma imagem positiva na sociedade.

A sociedade deve reconhecer o direito de rapazes e raparigas à sexualidade e os direitos sexuais e reprodutivos.

Bem mas... a auto-responsabillização, o saber dizer e ouvir um sim ou um não, o procurar ajuda, o preservativo, a contracepção segura (incluindo a contracepção de emergência) são alguns dos factores fundamentais para a vivência de uma saúde sexual e reprodutiva responsável e de qualidade.

 

Fonte: Grupo de trabalho “Direitos Sexuais e Reprodutivos” das ONG do Conselho Consultivo da CIDM

(Adaptado do Manifesto sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos dos Jovens/ IPPF – Federação Internacional de Planeamento Familiar).

 

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