Perguntas frequentes

Saúde e SexualidadeJuvenil

Sexualidade Juvenil - Gravidez

Estou grávida, o que faço?

Uma gravidez precoce não planeada e não desejada implica sempre a tomada de uma decisão: prosseguir a gravidez e ficar com o bebé; prosseguir com a gravidez e dar o bebé para adopção; ou nos termos da legislação aplicável interromper a gravidez (consultar o campo da legislação). Independentemente da atitude que se venha a tomar, é importante procurar o apoio de uma ou mais pessoas, de forma a conseguir lidar melhor com esta nova situação. Uma criança precisa de afecto, amor e disponibilidade, sendo por isso necessário avaliar de forma consciente e responsável as decisões a tomar. É importante não esquecer que existem muitos serviços que são anónimos, confidenciais e gratuitos, que podem ajudar os rapazes e raparigas que estão envolvidos nesta situação.

O que é o diagnóstico pré-natal?

O diagnóstico pré-natal (DPN) é toda a investigação realizada no período de gravidez que tem por objectivo identificar a presença de uma anomalia congénita ou perturbação do desenvolvimento normal do embrião/feto. Os métodos de DPN consistem num conjunto de técnicas que visam detectar directa ou indirectamente a saúde fetal, isto é, permite ao geneticista e ao obstetra obter informação muito mais correcta e actualizada à medida que o embrião se desenvolve. Desta forma, é possível vigiar a evolução da gravidez, prever possíveis complicações no parto e planeá-lo, e antever possíveis malformações no recém-nascido.

Para que serve o diagnóstico pré-natal?

O diagnóstico pré-natal serve para estudar algumas características fisiológicas herdadas, isto é, passadas de pais para filhos, assim como possíveis patologias. Defeitos congénitos podem ocorrer quando se verifica um aumento ou uma diminuição do número de cromossomas, ou até mesmo quando algum desses cromossomas se revela defeituoso. A idade superior ou igual a 35 anos, concepção anterior com anomalia cromossómica, um filho anterior portador de malformações ainda sem diagnóstico, doenças ligadas ao cromossoma X, abortos espontâneos sucessivos / Interrupções involuntárias recorrentes, anomalias detectadas por ecografia e rastreio bioquímico e um elevado nível de ansiedade podem ser indicações para se realizar este diagnóstico.

Será que estou grávida?

São muitas as raparigas que já passaram por este tipo de experiência, sentindo certamente o mesmo pânico, os mesmos medos, tendo as mesmas dúvidas, as mesmas preocupações e partilhando a mesma esperança de que “não passou de um susto” ou que “só acontece aos outros” ou que “houve um engano”, ou pelo contrário “que bom estar grávida”. Se existiram relações sexuais desprotegidas e a menstruação não apareceu na altura em que deveria surgir, não vale a pena entrar em pânico, mas também não resulta fugir. Deve-se fazer um teste de gravidez o mais rapidamente possível, e então, de acordo com o resultado, reflectir sobre o assunto e tomar as decisões apropriadas, sempre com o apoio de alguém em quem nós confiamos.

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