Centro de Conhecimento da Juventude

  Publicações Diversas Publicações Diversas
Publicações desde 1987 a 2010.

(Colecção esgotada)


  • Juventude Portuguesa: Situações, Problemas e Aspirações. Resultados Globais
    A.A.V.V. (1987), Colecção Juventude Portuguesa: Situações, Problemas e Aspirações, n.º 1. Lisboa: IPJ / ICS.
  • A Educação e a Escola
    Nelson Matias (1987), Colecção Juventude Portuguesa: Situações,Problemas e Aspirações, n.º 2. Lisboa: IPJ / ICS.
  • O Trabalho, O Emprego, A Profissão
    Madalena Andrade (1987), Colecção Juventude Portuguesa:Situações, Problemas e Aspirações, n.º 3. Lisboa: IPJ / ICS.
  • Os Jovens e o Futuro: Expectativas e Aspirações
    Pedro Moura Ferreira (1987), Colecção JuventudePortuguesa: Situações, Problemas e Aspirações, n.º 4. Lisboa: IPJ / ICS.
  • Uso do Tempo e Espaços de Lazer
    José Machado Pais (1987), Colecção Juventude Portuguesa:Situações, Problemas e Aspirações, n.º 5. Lisboa: IPJ / ICS.
  • A Convivialidade e a Relação com os Outros
    João Sedas Nunes, José Machado Pais, Luísa Schmidt (1987), Colecção Juventude Portuguesa: Situações, Problemas e Aspirações, n.º 6. Lisboa: IPJ / ICS.
  • O Dinheiro e Bens Materiais
    Luísa Schmidt (1987), Colecção Juventude Portuguesa: Situações,Problemas e Aspirações, n.º 7. Lisboa: IPJ / ICS.
  • A Identidade Nacional e Social dos Jovens
    Idalina Conde (1987), ColecçãoJuventude Portuguesa: Situações, Problemas e Aspirações, n.º 8. Lisboa: IPJ / ICS.
 
José Machado Pais e Vítor Sérgio Ferreira (orgs.) (2010). Colecção Atitudes Sociais dos Portugueses. Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

«Ao tempo celeste ritmado pelo movimento perpétuo da Terra à volta do Sol acrescem tempos terrestres que ritmam a vida social. Os tempos individuais de cada vida marcados pelo subir das idades, os tempos colectivos da substituição das gerações.

Idades da vida biológicas, mas também idades simbólicas filhas dos contextos históricos, sociais e culturais. As questões com que o tempo interpela as gerações que habitam a nossa época, em Portugal e na Europa, eis o tema deste livro. É, por isso, um livro sobre a vida, sobre o seu curso e percursos, sobre as incertezas, as atitudes e as aspirações das gerações e as suas transições entre fases do ciclo de vida.

Sobre a valorização do capital de vida em resultado do aumento da longevidade e sobre as estratégias e modos de gerir esse capital mais valioso. Sobre os jovens que, entre rituais novos ou antigos, se vão tornando adultos na aprendizagem dos saberes e na celebração da vida, entre a precariedade e o trabalho, entre o casamento e o ter ou não ter filhos.

Sobre os adultos que se preparam para deixar a vida activa, sobre aqueles que aspiram a uma reforma precoce, ou sobre outros que preferem manter uma actividade profissional até mais tarde. É um livro muito valioso porque nos informa e nos interpela sobre o que são os fundamentos sociais da vida no nosso tempo.»


Mário Leston Bandeira, ISCTE-IUL

 


José Manuel Resende (2010). Lisboa: Editora Instituto Piaget.

A sociedade contra a escola? A Socialização Política Escolar num contexto de incerteza é um estudo sobre os processos de socialização política em curso nas escolas secundárias portuguesas. Esta socialização política assenta no ideal de uma cidadania activa e responsável que deve ser promovido e implementado no seio das nossas escolas.

O problema é que a escola não tem sido (e não é) uma espaço natural onde tal progresso pode acontecer e cimentar-se porque os actores aí intervenientes, quer indirectos (pais, técnicos, políticos, meios de comunicação social), estão todos utilizado linguagens e discursos assentes em gramáticas e normatividades plurais, distintas e muitas vezes opostas, que partem de valorizações e vivencias muito diferentes e nem sempre concordantes

 


Marzia Grassi (2009). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Analisar a socialização e o capital social de jovens originários de Angola e de Cabo Verde em Portugal realça o carácter global da mobilidade contemporânea no espaço comunitário europeu, numa especificidade local que implica a gestão de identidades complexas, carregadas de significados inscritos na história das relações entre os países de origem e o país de residência.

O capital social dos indivíduos, cujas características se pretendeu captar com o estudo que se apresenta, organiza as redes sociais de acordo com a história, a cultura e as identidades dos grupos considerados, gere as restrições no acesso aos recursos e aos direitos de cidadania, e estrutura as relações de dominação entre grupos.

Quais são então as características das redes que se organizam em torno da solidariedade e da confiança que permitem aos indivíduos em movimento a sua participação no desenvolvimento dos países envolvidos?

 


Vitor Sérgio Ferreira (2008). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

A difusão da tatuagem e do body piercing tem sido visível em Portugal, nomeadamente entre as gerações mais jovens. Não sendo recente, o culto destas formas de expressão corporal tem merecido, ao longo do tempo, mais atenção da psicologia ou da psiquiatria do que da sociologia.

"Marcos que Demarcam" propõe-se então compreender e interpretar sociologicamente os sentidos que os jovens de hoje investem na modificação do corpo através da tatuagem e do body piercing, deslindando o papel destes recursos na produção e manutenção de identidades a sociabilidades.

Simultaneamente, caracteriza as condições sociais de produção de corpos extensivamente marcados a analisa os efeitos da sua assunção publica numa sociedade que exige um elevado grau de plasticidade identitária a de maleabilidade corporal dos seus actores a que, por consequência, vive com alguma relutância e preconceito a modificação corporal mais perene, em particular a que revisita e evoca figuras corporais histórica a socialmente estigmatizadas.

 


Maria Manuel Viera (org.) (2007). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Este livro é, antes de mais, uma excelente montra dos trabalhos que as autoras têm desenvolvido no Instituto de Ciências Sociais sobre a escola em Portugal. Privilegiando o olhar sociológico, a obra resulta do diálogo estabelecido entre dois percursos de investigação com perspectivas diferentes mas profundamente imbricadas na compreensão da nossa escola: o percurso que parte dos estudos sobre família e a infância, e o que parte dos estudos sobre a educação.

Mas o livro procura, também, responder a uma inquietação decorrente da apreciação dos debates públicos sobre a escola, tantas vezes assentes na superficialidade dos argumentos, no impressionismo da análise, na fragilidade da prova, ou no desconhecimento do objecto.

Ao disponibilizar e ao analisar criteriosamente informação substantiva, o livro contribui para um melhor conhecimento da escola em Portugal. Com ele se comprova a utilidade social do conhecimento científico.

 


Ana Nunes de Almeida, Maria Manuel Vieira (2006). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais.

Este livro é antes de mais, uma excelente montra dos trabalhos que as autoras têm desenvolvido no Instituto de Ciências Sociais sobre a escola em Portugal. Privilegiando o olhar sociológico, a obra resulta do diálogo estabelecido entre dois percursos de investigação com perspectivas diferentes mas profundamente imbricadas na compreensão da nossa escola: o percurso que parte dos estudos sobre a família e a infância, e o que parte dos estudos sobre a educação.

Mas o livro procura, também, responder a uma inquietação decorrente da apreciação dos debates públicos sobre a escola, tantas vezes assentes na superficialidade dos argumentos, no impressionismo da analise, na fragilidade da prova, ou no desconhecimento do objecto.

Ao disponibilizar e ao analisar criteriosamente informação substantiva, o livro contribui para um melhor conhecimento da escola em Portugal. Com ele se comprova a utilidade social do conhecimento científico.

 

 
José Machado Pais (2005, 3ª ed.) (1ª ed.: 2001, 2ª ed.: 2003). Porto: Ambar.

É uma investigação sobre jovens, suas trajectórias de vida e horizontes de futuro.

Particular destaque é dado à precariedade de emprego e às formas múltiplas de 'derenrascanço' correntemente apelidadas de ganchos, tachos e biscates: trabalhos precários, "expedientes", formas inventivas de ganhar dinheiro nos limites do legal e do ilegal, do legítimo e do ilegítimo, do formal e do informal.

Mas é também uma pesquisa sobre as suas inquietudes da vida, seus tempos de incerteza, tensões que emergem quando o presente se confonta com o futuro, em situações de impasse e de ameaças de desemprego, ainda que as estatísticas o ocultem.

(Esgotado)


José Machado Pais (coordenação), 2003, 2ª Ed. (1ª Edição: 1999). Porto: Ambar.

É um estudo que trata de clarificar as condições ou determinantes sociais de jovens vivendo em trajectórias de risco ou em contextos de exclusão social.

Veremos como é vivida a gravidez de jovens mães (traços redondos); abordam-se as socializações que envolvem o consumo de drogas (traços, laços e dependências); as modalidades de aculturação de jovens negros (traços negros); aspectos da cultura grafitti (traços falantes); percursos juvenis nas noites do Bairro Alto (traços nocturnos); e as sociabilidades das raves (traços contínuos de diversão).

Remataremos o estudo (traços cruzados e riscos de vida) sublinhando os trajectos que psico-sociológicos das condutas juvenis mais associadas ao risco e questionando algumas intervenções políticas (que políticas a tracejar?).


(Esgotado)


José Machado Pais (2003) (1ª edição 1993). Lisboa: Imprensa Nacional da Casa da Moeda.

As culturas juvenis têm vindo a adquirir uma crescente visibilidade social, ao mesmo tempo que se diversificam os modos e as temporalidades de passagem para a vida adulta. Quais os processos de constituição das culturas juvenis? Em que se fundamentam e diferenciam essas culturas? Como as interpretar?

Por caminhos próprios da etnografia, este livro ensaia uma aproximação aos trajectos e projectos dos jovens, mesmo quando este parecem limitar-se a viver a aventura do "nada" ou do "insignificante".

É através das rotinas quotidianas que os jovens acabam por construir as novelas das suas vidas - na escola ou na família, no trabalho ou no desemprego, nas incertezas do futuro ou nos dilemas do presente. É dessas novelas de vida, é dessa aventura do quotidiano que este livro procura dar conta.

 

 

 

Fonte: http://www.opj.ics.ul.pt/

 


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